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16/11/2010

Workshop com RODRIGO CAMPAGNOLO

15/09/2010

3º Mississippi in Concert na Casa da Cultura



01/08/2010

Entrevista com RODRIGO CAMPAGNOLO (Exit11)

No próximo dia 07 de Agosto (2010) a banda EXIT11 estará lançando seu segundo álbum intitulado "All Exits Are Closed" no Vagão bar. Para falar um pouco sobre este novo trabalho fizemos uma entrevistas com o guitarrista, vocalista, mentor da banda e com certeza um dos ícones da música Caxiense Rodrigo Capagnolo.

HEAVYNROLL – Tudo bem Campagnolo? Enfim o segundo filho! Depois do excelente "Just Inside My Head?" em 2004 a banda demorou um pouco para lançar um segundo material, que como o primeiro, será de forma totalmente independente, ou seja, financiado pela própria banda. Este é o real motivo? E o Financiarte teve alguma “culpa” nisso?

CAMPAGNOLO - Sim, o real motivo de lançar o cd somente agora, é a questão financeira. O cd estava pronto desde início de 2009. Ele foi inscrito, na época, no equivalente ao Financiarte, que era o Fundoprocultura, porém, apesar de te obtido três indicações positivas para aprovação, o projeto não foi contemplado. Se a culpa foi de alguém, essa pessoa não atua mais perante o atual Financiarte, portanto isso não tem mais importância.

HEAVYNROLL – No primeiro trabalho a banda contava com Douglas Carbonera (ex-Fire Symphony) nos vocais e neste segundo você está atacando os microfones, coisa que já vinha fazendo no Eletric Blues Explosion. O Benhur Lima (Hibria) foi o vocalista por um tempo também, por que se deu esta transição e como está sendo para você?

CAMPAGNOLO - Basicamente por dois motivos: primeiro que eu não acho legal pra banda trocas constantes de vocalista (eu não sou o Malmsteen!) e segundo que, hoje em dia os músicos tocam com tantas bandas que acaba dificultando de se criar uma identidade. Tanto o Douglas quanto o Benhur cantam em outras bandas e possuem estilos bem distintos e marcantes. E eu queria que a EXIT11 tivesse um estilo próprio de vocal, não encontrado em nenhuma outra banda. Como eu já venho cantando com a Electric Blues Explosion desde a sua formação, me senti seguro para dar esse passo. Sem mencionar que sou mais bonito que eles (!)



HEAVYNROLL – Além do álbum “All Exits Are Closed” a banda estará lançando também o vídeo clipe da música “Get Ready To Rock” gravado nas dependências do Vagão Bar que, diga-se de passagem, ficou formidável, vocês conseguiram trazer bem o clima rocker que a música pede; garotas, cerveja e muito som pesado! Como foi esta experiência de ser ator por um dia?

CAMPAGNOLO - Dois dias na verdade, hehehe. Foi muito legal participar de todo o processo do clipe. Ele é um trabalho de um grupo de alunos da cadeira de Produção Audiovisual da UCS. Eu participei desde a criação do roteiro até o último segundo da edição e a experiência foi ótima. Cansativa, mas muito gratificante. E claro, as gravações foram muito engraçadas, a gente se divertiu muito e o resultado foi muito satisfatório. Agora espero uma ponta na Malhação... mas já aviso que não pousarei nu (!)

HEAVYNROLL – E falando de sonoridade, “Get Ready to Rock” é bem rock n ´metal, já “All Exits Are Closed” soa muito mais moderna, sombria e experimental, bem diferente do som cru do primeiro álbum. Como vai ser este segundo trabalho em termos musicais?

CAMPAGNOLO - A sonoridade está diretamente relacionada com o conteúdo das letras, que por sua vez, retratam experiências vividas por mim nos últimos anos e pontos de vista sobre o que acontece ao meu redor. Aproveitei pra exorcizar vários demônios nesse disco. Ele está mais rock e mais pesado do que o primeiro, muito mais homogêneo e direcionado.

HEAVYNROLL – No “Just Inside My Head?” tiveram a participação dos vocalistas Marco Paim (Enemywork / The True Meaning of Life) e Niuton Paganella (Hammer 67 / Pantera Cover) nas músicas “Sabotage” e “Too Short to Waste” respectivamente. Neste segundo álbum teremos alguma surpresa ou participação?

CAMPAGNOLO - As “surpresas” estão nas letras... A única participação foi o Graziano Anzolin (Hardrockers) que gravou o piano na música “Before I Reach the Fall”.

HEAVYNROLL – De onde veio o nome EXIT 11?

CAMPAGNOLO - From inside my head....

HEAVYNROLL – Você é um guitarrista muito experiente, um dos primeiros em Caxias que levou as 6 cordas ao nível do virtuosismo com a Demo “Catch me... If you can” nos anos 90, onde teve ótima aceitação da crítica especializada. Tocou com bandas de nome como a Bandida, entre outras. Conte um pouco da sua história Rodrigo.

CAMPAGNOLO - Eu comecei a estudar guitarra com 15 anos e alguns anos depois quando comecei a atuar profissionalmente ainda bem jovem, tive a sorte de poder tocar com músicos mais experientes que eu. Bandas como a Bandida e a Lucille contribuíram para meu amadurecimento musical e profissional, e geraram boas oportunidades para minha carreira à nível regional. Mas foi com meus próprios projetos que a coisa começou a tomar uma proporção um pouco maior. O primeiro disco da EXIT11 e o meu disco instrumental renderam entrevistas e aparições nas revistas Guitar Player, Rock Brigade, Roadie Crew e vários sites daqui e do exterior. Fui até chamado de “Zakk Wylde brasileiro” pela revista Cover Guitarra. Tudo fruto de muito estudo, dedicação e paixão pela música.

HEAVYNROLL - Olhando este cenário que vivemos hoje em dia na nossa cidade, qual é a impressão que fica? Qual sua opinião do momento rock de Caxias e do Brasil?

CAMPAGNOLO - A impressão é péssima. O momento rock em Caxias é lamentável. Não pelas bandas, não pelo público, mas pelos bares. Não dá nem pra dizer que são poucos pois só tem um, porra!! E infelizmente ele não é só de rock. Tem público e bandas para todos os estilos musicais, o que falta é lugar. O negócio é fazer sua parte e torcer para melhorar... já foi melhor...

HEAVYNROLL – E aproveitando o gancho, após o lançamento deste álbum, quais são as perspectivas da banda EXIT11 em termos de turnês e divulgação?

CAMPAGNOLO - Só Deus sabe! Hahaha – Espero poder levar a EXIT11 para os principais festivais de rock e metal do país e fazer quantos shows a gente puder fazer. Mas não é tão simples quanto parece.

Agora em setembro, no dia 11, vamos gravar o DVD ao vivo, (esse sim, projeto aprovado pelo Financiarte). Com esse material na mão, pretendo batalhar uma turnê pelo Brasil e depois pelo exterior, mas se vai dar certo, só o tempo dirá.

Em termos de divulgação, a internet ajuda muito nessa área, mas eu gosto mesmo e de subir no palco e descer a lenha. Aí é que separam os homens das crianças.

HEAVYNROLL – Muito obrigado pela entrevista Campagnolo, e deixamos este espaço para você mandar alguma mensagem aos seus fãs e amigos. O que iremos encontrar dia 07 de Agosto no Vagão Bar?

CAMPAGNOLO - Espero todos os amigos (tu também, viu DeRos!!) fãs e os inimigos também (tem muitas letras pra vcs nesse cd!!!).

Vocês irão encontrar muito peso, muito rock, minha guitarra de 8 cordas Andrellis Signature V8, meu pedal Hot Tube MG73 e é claro, o novo cd, que custará a bagatela de R$5,00.

Um grande abraço ao pessoal do Heavy n’ Roll Messenger, muito obrigado pela oportunidade de falar sobre este show e sobre meu trabalho... agora pega uma bira e “get ready to rock”!!!!!!

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Os 10 melhores álbuns, ou que marcaram, Rodrigo Campagnolo:

"Eu diria que são os 10 álbuns que marcaram minha adolescência, quando estava aprendento a tocar."

  • Back in Black – Ac/Dc

  • Kill’Em All - Metallica

  • Peace Sells... But Who’s Buying - Megadeth

  • No Sleep ‘till Hammersmith - Mötorhead

  • The Works - Queen

  • Guitar Shop – Jeff Beck

  • Slip Of The Tonge - Whitesnake

  • No More Tears - Ozzy

  • Rising Force – Yngwie Malmsteen

  • Mother’s Head Family Reunion – Richie Kotzen


As 5 maiores influências como músico:

  • David Lee Roth

  • Zakk Wylde - Black Label Society

  • Gary Moore

  • Joe Satriani

  • Steve Ray Vaughn

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Links EXIT 11:

MYSPACE

Comunidade no ORKUT




06/06/2010

Get Ready To Rock - Exit 11


Confira aí o vídeo oficial da banda Exit 11 para a música "Get Ready To Rock"; O clipe foi produzido pelos alunos da cadeira de Produção Audiovisual do curso de Relações Públicas da UCS e gravado no Vagão Bar em Setembro de 2009.




10/04/2010

Tributo ao Passado - Jornal Pioneiro



Foto: Juan Barbosa

Por Babiana Mugnol (Jornal Pioneiro)

A cada término de década, voltam com força movimentos de vale a pena ver de novo. A nostalgia surge na literatura, no cinema, na música, na moda... Estilistas, cantores, cineastas e produtores culturais estão sempre buscando referências em outros tempos para suas criações.

Estamos numa fase de muito individualismo, de uma grande reviravolta nos nossos valores. Perdemos a capacidade de ouvir a nossa voz. Talvez por isso estejamos com tanta necessidade de voltar aos velhos ícones. Queremos resgatar o que foi perdido. Recordar também é viver, mas se deixar aprisionar pelas recordações é morrer para o momento que temos em nossas mãos. – explica a psicóloga Gisela Cardoso.

Em geral, aquilo que vem antes serve de ferramenta para a criação de uma identidade, porque a arte reflete as necessidades da coletividade. Um artista vira ícone quando representa a voz de um grupo que se identifica com aquela expressão de sentimentos ou ideias.

As escolhas culturais que fazemos influenciam nossa personalidade de maneira contínua e sutil. Elas vão nos moldando e nem percebemos. – complementa a psicóloga.

Quem vê o corretor de valores Niuton Paganella, 38 anos, todo engravatado, por exemplo, não imagina a personalidade de metaleiro que ele esconde por debaixo da roupa. Mas basta ver suas tatuagens, com símbolos e trechos de músicas da banda oitentista de heavy metal Pantera, para perceber o que ele é de verdade.

O cover não é só um culto ao passado, mas às pessoas que influenciaram os melhores anos da tua vida e formaram não só quem tu és como músico, mas como pessoa. O importante é criar teu estilo em cima disso. – defende o vocalista do Pantera Cover e do AC/DC Cover RS.

Paganella é um dos muitos músicos que figuram na agenda cultural da região fazendo shows tributo. Se houvesse um almanaque resgatando as principais manifestações artísticas da última década na região, seria impossível não recordar dessas bandas que prestam homenagens aos seus ídolos.

Unindo diversão e trabalho

É de brincadeira que surge a maioria das bandas. Um grupo de amigos com gosto musical em comum começa a tocar cover. Alguns utilizam a experiência como aprendizado para criar música própria, outros se contentam em ficar famosos pela reprodução fiel de um ídolo. Na região, é possível encontrar desde cover de Beatles até representantes do metal. Uma das mais antigas bandas com essa proposta é a AC/DC Cover RS, há mais de 10 anos na estrada.

Resolvemos criá-la porque éramos apaixonado por AC/DC e não tinha banda que fazia isso na época.– recorda o guitarrista Rafael Dias, único da formação original.

Geralmente, a motivação inicial desses grupos não vai muito além do que produzir um som de qualidade.

A gente toca mais para se divertir, não tem um lance muito sério. A gente toca porque gosta de Pantera. – resume o guitarrista do Pantera Cover, Paulo Schroeber.

O que motiva uma banda a fazer cover é a homenagem. A gente gosta muito de Whitesnake. – concorda o músico Rafael Gubert, vocalista da Blindsnake.

A gente resolveu fazer cover de Beatles porque é a nossa maior influência. Foi natural, a gente já tocava nos shows antes de termos músicas próprias. – explica Cassiano Farina, baixista da Blackbirds.

Ao satisfazer suas preferências, os músicos atendem também um público segmentado.

Eu já fazia cover do Iron Maiden, e o pessoal começou a insistir para criar a banda. – lembra o vocalista Marco Paim, sobre a época da criação da After Dark.

Independente do que impulsiona essa leva de caxienses a reviver músicos consagrados, tocar cover faz parte de um ciclo.

Para nós tocar Queen e Van Halen é um aprendizado. – comenta o baterista da Dr. Eruption e da Agente Ed, João Daniel.

Qualquer músico que deseja ser bom tem que tocar primeiro cover. Para compor, tem que estudar a música de outra pessoa e assim elevar o conhecimento. – ensina Rodrigo Campagnolo, guitarrista da Blindsnake.

A proliferação de covers

Se bares e casas noturnas costumam dar preferência para quem toca cover, em detrimento de bandas autorais, a justificativa está no público, que comparece em peso nas noites de tributo. Em função disso, é fácil perceber porque há tanta banda na região trabalhando com música de outros artistas.

Mesmo assim, casas noturnas seguidamente pedem reforço de grupos de Porto Alegre e outras cidades para se apresentar em Caxias, como a Back Doors Band (The Doors), a Creedence Cover, a ReFloyd (Pink Floyd) e a Bigger Band (Rolling Stones).

Infelizmente, por mais que se lute para mudar, é o que o público pede – afirma Kenny Marciano, proprietário do Roxx Rock Bar.

O público prefere cover porque são bandas mais consolidadas e fazem sucesso em várias faixas – justifica Rodrigo Longhi, que faz o Jon Bon Jovi na Bad Medicine.

Nossos shows sempre lotam. O pessoal fica enlouquecido. Não adianta, o som dos caras é reconhecido. Tenho outra banda de autoral, mas não toco muito – argumenta Paim, cover do Iron Maiden.

Mais do que agradar o público, as bandas também almejam retorno financeiro.

O cover é uma forma de tocar o que as pessoas querem ouvir, por isso sempre dá um monte de gente. É empolgante e, financeiramente, a gente consegue sobreviver – explica o guitarrista da banda Janis Project, Cristian Rigon.

Mas não pense que é fácil essa vida de reconstituir a carreira de outro músico, bem mais famoso.

A banda tributo tem o público mais fiel. Tu não vais pegar na plateia um casal que foi tomar uma cerveja e tinha esse show por acaso. O pessoal está lá para cantar junto, pedir música, é gente com camiseta. O público sabe o que quer e reconhece se tu tocar mal – salienta o guitarrista Rodrigo Campagnolo.

Cover de uma banda só geralmente não é comercial. Por mais que os grupos procurem o mesmo nível técnico dos ídolos, têm suas características próprias e não se importam apenas com a quantidade de espectadores.

Se fosse fazer o que o pessoal realmente quer, eu estaria tocando Victor & Leo – brinca Gubert.

De volta para o futuro

Ao mesmo tempo em que cultuam o passado, grande parte dos músicos que fazem cover mantêm paralelamente trabalhos autorais. Eles têm consciência de que o passado é importante, mas também é preciso criar. É esse movimento “de volta para o futuro” que deve garantir a perpetuação de grupos, apesar das dificuldades no cenário de música própria. Aí as complicações vão da composição ao espaço para mostrar esse trabalho.

O problema é que cada músico vem de uma escola e se junta para fazer uma coisa em comum, por isso é difícil o trabalho autoral – aponta Campagnolo.

Sou compositor e gostaria que o público quisesse música própria, mas as pessoas e as casas não querem nem saber. Por isso faço Jimi Hendrix. Ele dá um espaço para criar, até porque nunca tocou uma música duas vezes iguais, ele se reinventava a cada show – comenta o guitarrista bento-gonçalvense Felipe Taborda, da banda La Rosa Negra Quartet.

Por mais que o cover vire uma ferramenta de divulgação, ele pode também atrapalhar, já que atrela a imagem do artista ao ícone. Não se trata de uma crítica, mas é importante discutir o cenário para cada estilo.

Aqui tem mais bandas cover tocando nos bares do que banda autoral. Caxias precisa dar um pouco mais de valor para a música própria – defende o músico Schroeber.

O que precisa mudar não são as bandas, mas a cabeça do público para receber tanto autoral quanto cover. Se não renovar, vai chegar uma hora que a música em Caxias vai estagnar – alerta Rafael Dias, da mais antiga banda de cover da cidade em atividade, AC/DC Cover RS.

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Obs: Reportagem publicada no caderno Almanaque do Jornal Pioneiro de sábado dia 10.04.2010

07/11/2009

RODRIGO CAMPAGNOLO em vídeos didáticos


Rodrigo Campagnolo (Exit 11, Electric Blues Explosion e Hardrockers) está disponibilizando, no site youtube, vídeos didáticos de técnicas de guitarra onde ele ensina os truques e técnicas que empregou nos solos do primeiro CD do Exit 11, "Just Inside My Head?".
Neste exato momento você encontra 5 sons do cd, "Savior", "Fly Away", "People", "Life Addicted", "Sabotage" e "Just Inside My Head?".
Logo estarão disponíveis os vídeos dos outros sons do CD para que você aprenda um pouco mais como fazer um grande e criativo solo de guitarra.



Confira aí que é bem legal:






26/05/2009

II Domingo Musicaxias - Especial Guitarristas


Conheça mais:

  • RODRIGO CAMPAGNOLO (Exit 11 / Hardrockers / Electric Blues Explosion)) myspace
  • JULIANO BOZ (Clã Destino) myspace
  • CRISTIAN RIGON (Fire Symphony / The Blues Beers / Janis Project) mysoace
  • ANDRÉ VIEGAS (Viegas Trio) myspace
  • SASHA ZAVISTANOVICZ (Tool Box) nigstrings
Veja:

Rodrigo Campagnolo



Juliano Boz


Cristian Rigon



André Viegas



Sasha Zavistanovicz