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25/09/2010

Preview da Video Aula de PAULO SCHROEBER

15/05/2010

HAMMER 67 solta vídeo oficial no youtube



A banda Hammer 67 disponibilizou o vídeo oficial da música "1984" além dos make of´s da gravação do clipe e do Cd "Mental Illness", e você pode conferir os 3 aqui!!







08/02/2010

Entrevista com NIUTON PAGANELLA (Hammer 67 / Pantera Cover)


Uma verdadeira personalidade do rock e do metal de Caxias do Sul e com muita história para contar. Fizemos uma breve entrevista com Niuton Paganella, que fala um pouco de sua carreira e o Hammer 67, nova banda em parceria com Paulo Schroeber (Almah / Astafix) e que promete dar o que falar.


HEAVYNROLL - Paganella, um pouco do seu histórico musical. De onde vem esta incrível voz?

PAGANELLA - Cara, estou nessa lida desde 1991 quando comecei a tocar com uns amigos lá do Desvio Rizzo em uma banda chamada Ópera Explícita, tocávamos covers e tínhamos uma demo com 4 sons próprios. Tem uma história muito engraçada dessa banda, fizemos um show de lançamento da demo (olha a viagem...) no teatro do Sesc e deu um monte de coisas erradas, sem falar que a galera até hoje se deita na minha por causa de um figurino infeliz ehahehhuhaue... a gente era meio maluco na época, tocava uns lances que ninguém mais nem pensava em tocar, tipo Malmsteen, Dream Theater, a maioria da galera na época nem conhecia essas coisas...

Depois participei de várias bandas de cover, entre elas uma chamada Crazy Horse com o meu grande amigo Marco Paim na guitarra, na época ele nem cantava ainda profissionalmente, e hoje é a melhor voz de metal que eu conheço e já vi cantar na minha frente, realmente um mestre. Fiquei uns dois anos tocando na Travelin Band com o Douglas Pes, o Rodrigo Parizotto, o Fábio Broetto e o grande guita Rafael Danenhauer (hoje na Revolver) e foi uma experiência bem interessante. Essa era a época das grandes bandas de cover, como Lucille, Miss Liz, Cooks, Dama da Noite e Fall Up (depois Naja), e todo mundo tava procurando seu espaço. Bons cachês, muitas casas bacanas pra tocar, estruturas de show grandes, o saudoso Canta Park... aí eu e o Igo Zorzi montamos a Mr. Medley, uma banda que teve bastante sorte nesse meio, porém só em POA e interior do estado, em Caxias nunca deu certo... Foi essa a fase onde comecei a me achar musicalmente, definir um estilo, excluir do meu repertório coisas que não tinham a ver com minha voz e buscar definir uma identidade musical, tanto na voz como no palco. Foi uma grande experiência e uma das melhores fases da minha vida como músico. Tocamos para grandes públicos (12 mil pessoas na escolha da rainha da Festa da Uva), ficamos 5 anos direto como banda fixa do bar Opinião em POA, foi para mim uma pós graduação na arte de ser um frontman de banda de rock.

Finalmente, o fato que causou a definição do meu estilo foi ter começado a tocar com o Paulo Schroeber, a gente tocou junto por muito tempo com uma monte de músicos diferentes, até montarmos o Pantera Cover, inicialmente com a dupla de irmãos Viegas (João Viegas e Gustavo Viegas) no baixo e na Batera, depois com a saída deles, a definição do Bala no baixo e um tempo tocando com o Douglas Carbonera (ex Fall Up) na batera, e agora com o Marcelo Moreira (Burning in Hell / Almah). O Paulo foi um pai pra mim nesse sentido, me ajudando a definir o estilo, me orientando e apoiando a tentar fazer o melhor possível dentro das minhas limitações, ou seja, aproveitando bem o que fica bom na minha voz e descartando o que não funciona. E a maneira como ele produziu e tratou o vocal na mix e na master é uma coisa que com certeza só ele iria conseguir fazer.

HEAVYNROLL - Como surgiu o Hammer 67? O Pantera Cover e o Hammer 67 são a mesma banda?

PAGANELLA - A Hammer surgiu há uns 3 anos, eu e o Paulo sempre tivemos vontade de deixar um registro das coisas que a gente fez musicalmente, um registro da nossa história musical. Temos anos de estrada e não tinha ainda colocado num disco aquilo que realmente gostamos de fazer, um som pesado e com uma personalidade diferente. Com certeza o Paulo já tem um histórico de criações musicais excelentes, com discos gravados com o Almah, com o Astafix e com a Naja, mas o trabalho com a Hammer foi diferente porque éramos nós dois apenas, sem nenhuma outra influência ou direcionamento. Conversamos muito antes de iniciar a composição, definimos o que deveria e o que não poderia ser feito, decidimos trabalhar só nó dois no micro para manter o foco no direcionamento musical, e depois de algumas experiências iniciais, o som começou a surgir naturalmente. Levamos dois anos entre composição e pré-produção, e quando já tínhamos 90% do material pronto, fizemos o projeto para o Fundoprocultura e fomos contemplados. Aí foi só gravar valendo, caprichar na mix e na master e tá aí o disco. A formação da Hammer 67 que gravou o disco e que vai fazer os shows conta com o Márcio “Bala” Venz no baixo e com o Rodrigo “Figo” Zorzi na bateria, ou seja, é parecida com a do Pantera Cover mas não é a mesma.

HEAVYNROLL - A banda acaba de lançar um Cd chamado "Mental Illness", com 11 músicas inéditas, muito bem produzido e diferente de tudo que já foi feito, pelo menos por aqui. Como foi o processo de composição e gravação? Fale do Cd em si.

PAGANELLA - Como eu comentei anteriormente, a composição foi toda feita pelo Paulo e por mim. Iniciamos com alguns riffs que o Paulo tinha gravado há tempos, que estavam ali esperando para ser encaixados em alguma coisa. Dos riffs iniciais íamos criando uma estrutura, utilizando alguns samplers e batidas eletrônicas e, no desenvolvimento da idéia íamos encaixando as partes de bateria mesmo, para dar consistência a peso para a música. Sobre essa base inicial eu escrevia as linhas de voz e uma letra inicial (um refrão eu uma estrofe ou duas) e mostrava a idéia pro Paulo pra ver o que ele achava. Quando nós dois achávamos que tava bacana, aí partíamos para a construção total do arranjo e a finalização da música, que depois iria ser toda gravada de novo e produzida de maneira a buscar essa sonoridade coesa que queríamos para o disco como um todo. Queríamos um disco pesado, com coisas novas e modernas mas sem parecer muito Nu Metal, no qual conseguíssemos imprimir nossas influências e formação, mas que não pudesse ser rotulado como “parecido com” isso ou aquilo. O tema das letras foi algo que discutimos bastante e decidimos falar sobre aspectos do comportamento humano que estão presentes em todos nós, mas que por detalhes pequenos as vezes se transformam em grandes problemas, doenças da mente e da alma, enfim, mental ilnesses...

A gravação da guitarra e do baixo foi feita no home estúdio do Paulo (Chapelão Studios) e o restante foi todo gravado no Digital Master. A pré-produção foi toda feita pelo Paulo, e a produção final, mix e master também foi coordenada por ele com a assistência do Juliano Boz no Digital Master. A arte do CD é um trabalho que chama muita atenção pela qualidade e originalidade, obra do grande Benhur Lima, que também está responsável pelo desenvolvimento de nossa homepage e myspace. A fotografia do encarte foi feita pelo Alex Milesi com produção da Babi Fioravanzo.

HEAVYNROLL - Há também um cover de uma banda caxiense, a "Martelinho 67" do Aliança Rebelde, na qual você já havia gravado no tributo a esta mesma banda, mas agora com uma roupagem diferente. Além da música, veio o nome "Hammer 67". Qual a relação que tens com o Aliança?

PAGANELLA - Eu conheço e admiro o trabalho do Aliança desde os anos 90, quando estava começando lá no Rizzo e assisti um show dos caras. Fiquei apavorado de ver a atitude da banda e o nível etílico dos caras eheheh... ficamos muito amigos, saímos juntos várias vezes, principalmente com o Lonis, eles eram grandes amigos do pessoal da Travelin com quem toquei, e aí surgiu o convite pra Naja tocar no CD tributo. Como a Denise que era vocalista da Naja na época não tinha muito a ver com o tipo do som, o Paulo me convidou pra gravar com eles. Foi um dos melhores dias da minha vida, tomamos caixas de cerveja e nos divertimos muito. Foi aí que eu e o Paulo resolvemos que tínhamos que homenagear essa lenda do rock caxiense, e resolvemos batizar a banda como Hammer 67 e colocar a nossa versão da martelinho como bônus track (o Paulo queria que fosse a primeira do CD de tão boa que ficou eheheh). Lembro ainda hoje do dia da gravação, uma jaguarada no estúdio do Juliano, cerveja voando pra todo lado e o Dentinho soltando a pérola que finaliza o CD!! Ficamos tão felizes com o resultado que na segunda-feira seguinte tirei o Lonis de casa quando ele já estava jantando com a família só pra mostrar pra ele a gravação, afinal a gente precisava da bênção dos caras pra botar o som no CD. Ele ficou meio puto da cara de sair no meio da janta em plena segunda-feira, mas quando ouviu aprovou na hora. Depois o Saretta autorizou a gente a utilizar a letra (direitos autorais e tal) e tá aí o resultado, pra mim uma das melhores do disco e um fechamento com chave de ouro.

HEAVYNROLL - Vocês nunca fizeram um show desta banda específica, tornando assim as músicas do CD literalmente inéditas para o público, diferentemente de outras bandas que vão enxertando músicas próprias um pouco antes de lançarem algum material. Isso foi intencional?

PAGANELLA - Foi totalmente intencional. Inclusive a distribuição do CD está sendo muito planejada, entregamos algumas cópias para os amigos mais chegados, mas o plano para essa tiragem de mil cópias é enviar para o máximo de sites e revistas especializadas, e conseguir alguns bons reviews antes de buscar alguma gravadora, provavelmente na Europa, já que aqui nosso CD apodreceria nas prateleiras das lojas, perdido entre milhares de calipsos, ricks e renners, tiriricas e marcelos rossi da vida...

HEAVYNROLL - Com o Cd em mãos, quais são planos da banda? Divulgação, shows...

PAGANELLA - Temos que entregar 3 shows como contrapartida pública pelo projeto do Fundoprocultura, mas temos a intenção de fazer isso apenas depois de termos pronto o site e o myspace, e de gravarmos um clip da música “1984” que é o carro chefe do CD. Quando tudo isso estiver ok, aí começaremos o trabalho de divulgação do disco, acredito que dentro de um ou dois meses.

Agradecemos profundamente ao grande Paganella por nos conceder esta entrevista relâmpago. Futuramente faremos outra com mais calma. Agora cabe a nós esperar por este grande lançamento.

Abraço e Sucesso a todos do Hammer 67!

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5 Maiores influências

  • Bpon Scott (Ac/Dc)
  • Phill Anselmo (Pantera)
  • Ian Gillan (Deep Purple)
  • Dio (Dio / Heaven and Hell)
  • Udo Dirkschneider (Udo / ex-Accept)
10 Mariores álbuns

  • Highway to Hell – AC DC
  • Back in Black – AC DC
  • Born Again – Black Sabbath
  • Heaven and Hell - Black Sabbath
  • Far Beyond Driven - Pantera
  • The Great Southern Trendkill - Pantera
  • Metal Heart - Accept
  • The New Black – Strapping Young Lad
  • Inferno - Motorhead
  • Scenes from a Memory – Dream Theater



23/01/2010

Red Streets - Clipe oficial do ASTAFIX



Com Paulo Schroeber e Tiago Caurio





15/12/2009

ALMAH lançará novo álbum em 2010

E para D: Marcelo Moreira, Marcelo Barbosa, Edu Falaschi, Felipe Andreoli e Paulo Schroeber

A banda ALMAH, que continua o processo de divulgação do seu segundo álbum de estúdio, Fragile Equality, se encontra em paralelo compondo material inédito para seu terceiro CD. O vocalista Edu Falaschi soltou uma nota oficial falando sobre a atual fase do conjunto, que pode ser conferida logo abaixo:

"É com imensa felicidade que venho informar que em breve teremos um novo disco do ALMAH composto em mãos. A química dessa formação é tão boa e os resultados obtidos com Fragile Equality foram tão fantásticos, que não paramos de trabalhar em novas canções. Todas elas soam com muita energia, com passagens modernas e pesadas. De certo modo, esse terceiro CD é uma mistura de tudo que o ALMAH fez nos dois primeiros álbuns, além de, claro, novos caminhos e sonoridades. Em breve mostraremos vídeos e fotos da pré-produção e quem sabe alguns trechos das novas canções! O lançamento do material deve ocorrer no primeiro semestre de 2010."



25/11/2009

Astafreaks!!! PAULO SCHROEBER e THIAGO CAURIO

Paulo e Thiago mostrando solos e riffs das músicas do ASTAFIX.

15/11/2009

HAMMER 67

Por Marco Paim

Seguinte pessoal, tá pra sair o álbum do novo trabalho do mestre Paulo Schroeber, é a banda Hammer 67. Além do Paulo, tem no vocal Niuton Paganella, Marcio Venz (Bala) no baixo e Rodrigo Zorzi na batera.
Veja o que o Paganella escreveu sobre o trabalho:

"Galera, o material todo já foi pra fábrica e acreditamos que no final de dezembro deva estar na mão já... queria agradecer aqui publicamente ao Juliano Boz do Digital Master pela paciência que teve com a jaguarada e pelo profissionalismo com que acrescentou qualidade ao trabalho; ao Alex Milesi pelas fotos e à Babi Fioravanzo pela produção do ensaio (vamos meter ficha no clip hein?!?!); ao Benhur Lima que demorou pra caralho mas fez um trampo gringo na arte e no Logo; aos mestres Saretta, Lonis e China por autorizarem a versão da Martelinho 67 e por inspirarem noites etílicas; ao pessoal da Fonomídia em POA que tá tratando a gente bem pra caraio; e à força e ao apoio da galera que ta curtindo o som e dando os toques do que tá achando.... vamos continuar metendo bala!!"

Só sei dizer uma coisa, eu ouvi um som pelo próprio Paganella, e o nível de gravação e produção é absurda!!!

14/07/2009

Paulo Schroeber no Astafix

Fonte: Comunidade Paulo Schroeber no Orkut

Depois de dois anos longe dos palcos, Wally (ex-CPM22) volta a ativa fazendo um som totalmente diferente... Em 2007 gravou algumas demos do que mais tarde viria ser chamado Astafix. Um novo projeto onde Wally assume tambem os vocais além da guitarra e se volta para uma vertente mais pesada, estilo que o fez começar a tocar guitarra.
Pouco mais tarde conhece os produtores Brendan Duffey e Adriano Daga (ex-ALMAH) e começam a pré-produção no Norcal Studios em São Paulo. As demos e bases vão sendo construídas e dão forma ao primeiro registro oficial "End Ever", que conta com 12 faixas passando por estilos e influências de grupos como, Slayer, Sepultura, Obituary, Fear Factory, Pantera, dentre outras bandas de Death e Thrash metal dos anos 80 e 90. Adriano Daga, que também produz o álbum, grava as baterias e é convidado a formar uma banda que venha reproduzir toda aquela energia e sonoridade ao vivo.
Com o disco em plena produção Wally convida vários músicos e amigos para participarem de "End Ever", fazendo do álbum algo ainda mais singular. Nomes da cena metal brasileira como Andreas Kisser (Sepultura), Paulo X (Monster), Shark (Chipset Zero) e DemianTiguez (Symbols) também fazem participações nesse disco.
Durante as gravações conhece Ayka (Chipset Zero), baixista que gravava no mesmo estúdio, e que meses mais tarde assume o instrumento no grupo. Para completar a banda Wally convida o extraordinário guitarrista Paulo Schroeber (ALMAH) que passa a fazer parte do grupo no início de 2009.
Confira agora 10 faixas do CD “End Ever” que foram disponibilizadas no MySpace Oficial da banda:www.myspace.com/astafix

20/06/2009

Rock It!!! PAULO SCHROEBER


Mais um vídeo do extraordinário Paulo Schroeber agora no Youtube. Um dos mais completos e versáteis guitarristas brasileiros e, quem sabe, do mundo mostra mais uma vez a apurada técnica e feeling em mais um som de arrepiar os cabelos e entortar dedos por aí.
Paulo já tocou em muitas bandas de Caxias do Sul, desde o Death Metal do lendário Fear Ritual, até o pop rock da banda Fall Up e Naja. Atualmente tocando em uma banda cover de Pantera, Paulo deu um grande salto em sua carreira em 2008 (mais do que merecido) quando foi convidado a integrar a banda Almah de Edu Falaschi, na qual gravou o excelente "Fragile Equality", fazendo shows por todo o país e sendo reconhecido como uma das revelações dentre os guitarristas nacionais, já que sua peculariedade na forma de tocar rendeu arranjos diferenciados uma outra roupagem ao metal melódico brasileiro.

Escute outros sons:
http://www.myspace.com/pauloschroeber

Veja o vídeo